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Bombeiros recebem equipamentos de proteção respiratória, essenciais para função dos socorristas

Equipamentos de Proteção Respiratória Autônoma (EPRA) são imprescindíveis para a segurança e saúde ocupacional dos combatentes

Já detalhamos anteriormente sobre a importância do uso correto de Equipamentos de Proteção Respiratória Autônoma (EPRA), primordiais para ocorrências adversas que envolvem fumaças, especialmente a inalação de gases tóxicos, baixa visibilidade e proteção do próprio socorrista.

Em Araras (SP), o Corpo de Bombeiros recebeu novas máscaras com cilindros de oxigênio. O sistema conta com regulador de fluxo e máscara facial com ampla vedação e excelente campo de visão, assegurando o fornecimento contínuo de ar respirável e reduzem o desgaste físico do bombeiro em situações extremas.

Um dos diferenciais é a emissão de alarme sonoro e indicadores de pressão, o que aumentam a segurança, alertando o usuário sobre níveis críticos de ar disponível. Para o tenente Willian José dos Santos Lastoria, responsável pelo Corpo de Bombeiros ararense, a utilização desse equipamento favorece a padronização e a rápida preparação nas operações, permitindo acionamento ágil em emergências.

“Outro aspecto relevante é a ergonomia, já que o cilindro possui estrutura projetada para melhor distribuição de peso no corpo do bombeiro, proporcionando maior conforto durante longos períodos de atuação. As alças ajustáveis, o costado anatômico e o desenho compacto dão melhor mobilidade em espaços confinados, escadas e áreas de difícil acesso, contribuindo diretamente para o desempenho da tropa”, frisou o tenente.

 

Proteção respiratória em mergulhos

Além de incêndios, o equipamento adequado em ambiente subaquático é determinante em salvamentos e buscas, especialmente em um cenário de baixa ou nenhuma visibilidade, como em arguas turvas. O modelo de máscara full face protege completamente o rosto do mergulhador, permitindo respirar naturalmente pelo nariz e boca, além das vestimentas secas, que evitam o contato com a água contaminada, por exemplo.

“Esses equipamentos aumentam significativamente a segurança da operação, tanto do ponto de vista físico quanto biológico, permitindo que o bombeiro atue com mais proteção em ambientes adversos”, comenta, ao G+, o primeiro tenente Gabriel Marcondes, do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR), responsável pelo Curso de Mergulho Autônomo (CMAut), destinado a cabos e soldados.

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