Um princípio de incêndio em uma escola particular do município de Sorriso (MT) mobilizou bombeiros da região. As chamas se iniciaram e consumiram um aparelho de ar-condicionado, em uma sala de aula anexa ao estabelecimento, que estava vazia por conta do período de intervalo, sem deixar feridos.
“A escola possui toda a documentação de segurança exigida pelos órgãos competentes, incluindo alvará de funcionamento, equipe com curso de brigadista, treinamento de primeiros socorros e protocolos preventivos de emergência, os quais foram imediatamente acionados com responsabilidade e eficiência”, informou comunicado da instituição de ensino.
Esse é um exemplo das necessidades de equipes capacitadas e da verificação contínua de equipamentos ligados a tomadas. Entre os motivos para tal resultado está a sobrecarga elétrica, que é a soma do uso prolongado de aparelhos de refrigeração em períodos mais quentes e, no inverno, de aquecedores, combinado com fiações antigas ou mal dimensionadas, que podem provocar curtos-circuitos.
Manutenção de aparelhos e sistemas elétricos
Ao Folha BV, o subcomandante do Corpo de Bombeiros de Roraima, coronel Gewrly Batista, ressaltou o cuidado em desligar esses aparelhos quando não estão em uso e jamais deixá-los ligados ao se ausentar da residência, para, por exemplo, manter a residência mais climatizada, bem como não usar extensões improvisadas e benjamins.
Outra recomendação está na checagem periódica nas instalações elétricas e no caso do ar-condicionado, que deve operar em circuitos exclusivos com disjuntores dimensionados para a carga exigida. O aspirante oficial Douglas Regis, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), em material replicado pela Revista do Frio, alerta que a possiblidade de chamas é causada pelo superaquecimento de fios e conexões, e que a substituição de aparelhos por modelos mais potentes exige avaliação prévia da rede elétrica.
Acidente em rede elétrica
Em São Carlos (SP), o kartódromo foi o local escolhido para uma simulação envolvendo rede elétrica, com a participação de Corpo de Bombeiros, Prefeitura Municipal, a concessionária de energia (CPFL), Guarda Municipal, equipe de Trânsito e SAMU, além da presença de alunos de uma escola técnica.
Na oportunidade, um veículo “colidiu” contra um poste de energia elétrica, cenário considerado de alto risco devido à possibilidade de rede energizada. Segundo matéria do São Carlos Agora, somente no primeiro semestre de 2025, foram registradas 227 ocorrências envolvendo colisões com postes, com o custo para substituição variando entre R$ 3 mil e R$ 14 mil.




